Conhecendo o Memorial

Conhecer o passado é fundamental para entender o presente e construir o futuro!

Atualmente, na Era da Informação em que vivemos onde praticamente tudo é digital, tecnológico e disponível, somos submetidos a uma grande quantidade de informações e passamos a experienciar novas formas de relações sociais, culturais e linguísticas.

Mas agora, tente-se imaginar em um outro tempo em que a luta pela sobrevivência fez o ser humano aprimorar seus sentidos para fazer face as necessidades e perigos da vida cotidiana.

Com o advento da escrita, foi possível atravessar a barreira do tempo e preservar informações sobre modos de vida de povos que viveram há milhares de anos. A durabilidade do sinal grafado e a possibilidade de acesso à informação por um número cada vez maior de pessoas mudaram profundamente a história da humanidade.

No Memorial da Escrita e Comunicação – Maurício Rosa será possível você viajar no tempo e conhecer os primórdios da comunicação, desde a escrita pictórica ou hieroglífica, passando pela escrita cuneiforme em placas de barro da antiga Mesopotâmia de 4.000 anos a.C., aos Egípcios com seus caracteres eternizados em pedra até o momento que os primeiros alfabetos apareceram na Antiguidade, em que diferentes civilizações começaram a trabalhar com sistemas mais simplificados e, ao mesmo tempo, capazes de identificar distintos conceitos, seres e objetos.

O aparecimento das Universidades e o desenvolvimento da educação no século XII trouxeram a criação de novas ocupações: eram os Copistas. Nesta época, foi publicado o primeiro caderno de caligrafia, tendo seus tipos gravados em chapas de cobre. Foi deste processo que se originou a designação de escrita calcográfica.

A procura de livros tornou-se cada vez maior, mas a capacidade de os produzir rapidamente não acompanhava a demanda. Foi quando nasceu em Mogúncia, na Alemanha, cerca do ano de 1400 Johannes Gutenberg, acredita-se ter sido ele o primeiro a mecanizar o processo de impressão criando-se a imprensa.

A evolução das máquinas de impressão foram crescendo rapidamente no mesmo ritmo foram desenvolvendo mecanismos de composição (linotipos) para atenderem as demandas dos grandes jornais e editoras de livros.

A disponibilidade e acessibilidade ao público em geral da palavra impressa impulsionou a democratização do saber e lançou as bases materiais para a moderna economia do conhecimento, pois além de o tornar acessível a um público maior, também permitiu que as gerações seguintes conhecessem o trabalho das gerações predecessoras de forma sistemática e cumulativa. Ao longo de poucas décadas o mundo mudou completamente. Agora que você conheceu um pouco sobre a história da escrita, está na hora de visitar o Memorial da Escrita e Comunicação – Maurício Rosa e poder reviver este conhecimento!

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